terça-feira, 24 de agosto de 2010

Eis uma poesia patética que escrevi numa noite insone... tão insone e incoerente que não percebi o quanto há de patético... mas passemos vergonha mesmo com isso que oenso ser um poema. ...

Olho para os lados e não vejo nada
Não vejo nada porque nos lados não há não
Mas no nada não não há
Um há que o lado é nada não

Sou um Álvaro
Ou um Campos
Ou um nada
Sou um Álvaro, um Campos e um nada

Se olho para o lado e não vejo nada
É porque o lado olha para o lado e não me vê
Se eu fosse o lado e olhassem para o nada
Me veria de um lado que se crê

De uma quinta o que precisa é de se crê
que o nada é o tudo sem se vê
Mas se olho para o lado e não me vê
É porque o lado olha para o lado e não me crê

Se eu fosse o lado e olhassem para o nada
Me veria de um lado que se crê
Mas se a quinta não é nada
Nada Campos Álvaro vê

Sou um Álvaro,
Ou um Campos,
Ou um nada,
Sou um Álvaro, um Campos e um nada

Olho para os lados e não vejo nada
Não vejo nada porque nos lados não há não
Mas no nada não não há
Um há que o lado é nada não

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