sábado, 16 de julho de 2011

O REGRESSO DE ULISSES BEM-AVENTURADO

Caros amigos, Ulisses regressou a Itaca e de lá sairá novamente. Um guerreiro jamais deseja viver em paz em sua terra, deseja sempre desbravar novos mundos. Por esta razão, sigo o exemplo mítico, porém, cheio de boas aventuras, ao contrário do primeiro, que levara 20 anos para regressar ao seio matrimonial. Espero não encontrar uma Circe, ou uma Calipso, muito menos encontrar um Ciclope, filho de um deus, desejo não encontrar sereias arfantes doidas para me locupletar com sonhos d'ouro.

Sim, leitor. Ulisses regressou para contar suas peripécias homéricas.

Desta vez, novos personagens ingressaram nesta epopeia. Tipos humanos fantásticos que recentemente conheci e, se der, todos conhecerão por aqui. Temos bancária, professores, professoras, alunos, pessoas normais, loucas(? - dentre elas o narrador), participações especiais (que de tão especiais darão seu belo ar nesta aventura). Há também fugitivos de vidas rotineiras, famintos de mindo novo. Todos, enfim, personagens que desejam algo a mais. E, de tanto desejarem algo a mais, serão alimentados pelas emoções que ocorrem apenas em viagens. Certamente encontraremos alguns monstros, como já o fizera Ulisses, mas os venceremos com o devido humor "indianista" de indiadas europeias.

A viagem começará. O roteiro já foi escrito. O embarcar é inevitável. Éolo nos mandará bons ventos e nenhum dos tripulantes abrirá a bolsa misteriosa que guarda as tempetuosas brisas. Assim será. Apertemos o cinto, poltronas na vertical e bonne voyage.

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