Hoje estamos retomando algumas postagens do blog. Voltemos a contar os novos episódios cheios de temas a serem discutidos. Nessa re-estreia vamos conversar sobre um lugar charmoso e simples na aorta de Porto Alegre, o espaço El Té. Os mais chegados a mim perguntariam imediatamente: "Té de quê?" e eu diria que "normal", como disse a sádica comissária de bordo de outrora.
Estava eu no recôndito aconchego de meu lar, em meio aos problemas existencialistas do absurdo contemporâneo. Pausa! Sartre teria uma náusea no meu lugar. Continuando! Como ia contando, estava eu em casa divagando se moraria do lado direito ou esquerdo do Sena, quando liguei para uma personagem já conhecida de vocês aqui do esquifento blog. Blog que ressuscitou antes dos ovos da páscoa e do carnaval. O que isso quer dizer? Estou a ler Eça de Queirós, portanto, minha ironia, que já própria de minhas mitocôndrias, se elevou ao grau colapsante.
Onde estava mesmo? Me perdi nas linhas tortas desta Dinamarca distante. Ou seria Noruega. Enfim. Ah! Lembrei! A Náusea sartreana. Em meio a náusea, liguei para a conhecida Felicia Volkweis, e ela disse que estava indo ao encontro de uma amiga num novo point badalado da cidade: El Té, uma casa de chás.
Para chegar lá é claro que me atrasei. Isso faz parte da minha insubordinada personalidade. O 520 distante nunca vinha e quase fui cozinhado ao bafo como a ostra da praia do Campeche. Ao chegar lá, alguns segundos depois, uma vez que estava a ler a família Maia, encontrei o pote dourado do arco-íris voluptuoso: a casa de chá.
Foi-me oferecido o chá do dia: Toronto té. Todos tomamos menos Diego, que está no Canadá. Aff, piadinha lol.
Clica aqui, curiosidade em pessoa, e te pré-delicie.
Não vou descrever o que o chá mudou em mim, mas sei que o gosto dele grudou na epiderme da alma e de lá só saiu depois do jantar às 22h40.
Endereço da casa de chás:
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Depois disso, aventurei-me para o curso de francês que estou na iminência de iniciar. Quando me dei por mim, me deparei com a DONA do curso, uma francesa que se desatou a falar em francês comigo. Mas isso é história para o post de amanhã, ou do carnaval, ou da páscoa. Feliz Natal.
Aaah, que maravilha! Por uma vida com mais Toronto tés que desencadeiem posts infindáveis! Amo ler-te, querido amigo!
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