quinta-feira, 6 de setembro de 2012

O DIA DA INDEPENDÊNCIA BRASILEIRA


Comparados aos demais países, somos ainda jovens, procurando o crescimento, a estabilidade, a cultura. Há 512 anos fomos descobertos. E conquistamos a independência há 190, naquele sete de setembro de 1822, quando, no mesmo ano, fora cantada a primeira versão do Hino que ecoaremos em uma só voz.
Parafraseando o poeta, as aves que aqui gorjeiam, gorjeiam mais belas, livres, iluminadas por raios vívidos. Sim, nossa terra tem palmeiras, onde canta o sábia. Nosso céu, que é de um azul límpido, tem mais estrelas. Nossas várzeas têm mais flores e o Brasil é uma grande flor, um florão da América. Nossos bosques têm mais vida. Nossas vidas, amores.
Buscamos, cordiais e pacíficos, o crescimento das 27 estrelas da bandeira que hastearemos; buscamos identidade, patriotismo, saber. Cultivamos o Brasil como a terra da natureza, do verde, do samba, do mar aquecido. O mar, como as pessoas, com quentes corações solidários; o samba, como as pessoas, felizes sorridentes; o verde, símbolo da esperança; a natureza, terra de bons frutos. Pero Vaz de Caminha narrou, lá na descoberta, na sua carta: “aqui nessa terra tudo se planta, nasce e cresce”. Plantemos então a coragem, a luta, a busca de um ideal, a busca de nossos sonhos, a busca de nossa realização. Busquemos tudo isso com verdade, com força, com emoção para que o Brasil tenha orgulho dos cidadãos e os cidadãos tenham orgulho de serem brasileiros.
Vê, Brasil. Não estamos fugindo à luta. Com livros na mão, procuramos o desenvolvimento. Somos teu brado retumbante, ostentando teu lábaro nesse dia de comemoração.
       E para terminar te digo emocionado: “Sou jovem como tu, Brasil. E como jovem, procuro no teu seio a liberdade!”

Nenhum comentário:

Postar um comentário