Estou nem casa de uma amiga, de um professora-amiga, para um jantar fenomenal. Amigos, amigos, amigas, amigas, e tu ai, bem longe, me confundindo, brincando comigo, debochando, esbugalhando meus sentimentos frangalhados. Por que fazes isso? Qual é o teu problema? Estou aqui feliz, dando minhas risadas, energizando o ar de bom humor... até que vens o teu espírito até mim e deflora meus bons eflúvios. Agora vou beber, para esquecer o que não gostaria de sentir, de sofrer... de sofrer por alguém que brinca comigo... as mensagens são óbvias? ou mais loucuras do destino sobre as minhas imaginações férteis? Quando penso em te esqueçer, tu me surges, poeta, e me risca a pele, sangrada já. Só sei que não sei mais quem sou. Não sei mais o que sinto. Não sei mais o que quero. A questão para ti é. Se queres, diga logo, sem medo, um não para ti mesmo... esse mesmo não, será o meu sim. Diga não para teus medos. Que eu digo sim, para as minhas aventuras infortunas. saiba o que quer, mas não brinque comigo, mais. O pior que eu quero mais... agora... daqui a pouco...nunca.
Quero escrever mais, mas não consigo. Choro já. Que pena... porquê? Para quê? só tu o sabes.
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